Texto de C. Stern, sobre Adolescência
Conforme combinado na semana passada, estou postando o texto sobre Adolescência dentro de uma visão psicanalítica.
Divirtam-se!
https://icprj.wordpress.com/2016/08/23/travessias-da-adolescencia/
Psicopedagogiando pela Psicanálise
domingo, 19 de março de 2017
sábado, 18 de março de 2017
Sobre sexualidade na visão Freudiana
Segundo informações fidedignas," Os Tres Ensaios sobre a Sexualidade"de Freud, foi um dos textos mais mexidos na época.
Desde então ficou claro que a sexualidade é uma organização do sujeito dirigida ao outro.
Em 1905, Freud já tinha escrito "A Interpretação do Sonho".
Nesse contexto Freud, vai afirmar que a sexualidade humana não é natural e sim, perversa e polimorfa. Ela não tem fim reprodutivo, o objetivo é a satisfação. Não tem objeto fixo.
O ser humano tem algo que não é instinto, é pulsão que busca satisfação o tempo todo.
Exige satisfação permanente!
No texto sobre As Histéricas, percebe-se que as mesmas não foram seduzidas, e que embora a narrativa delas fossem verdadeiras, o fato em si, não era.
Aqui acontece algo de muito importante entre o analista e seu analisando, o analista deve crer no que seu analisando lhe relata, ate porquê, o analista tem um outro papel, que não é de detetive pra tentar descobrir se o que o sujeito traz é verdadeiro ou não.
A questão é bem outra, caso contrário não há como fazer o manejo necessário para tentar dar conta das demandas do analisando.
O que nos leva a uma outra questão: O que quer uma mulher? Seria o gozo fálico? Freud aponta que sim!
O sujeito não se identifica com o próprio corpo, o corpo não tem roteiro.
O casamento perfeito é o casamento do sujeito com seu próprio corpo.
Freud, vai falar que o sintoma é uma satisfação da ordem do sexual , é como se fosse uma saída possível ao sujeito, no que diz respeito ao seu corpo.
As fases do ser humano se dão pelas suas culturas, a fase oral por exemplo, termina através do desmame, ou seja; separação entre a boca e o seio. porém a vontade de satisfação não pára nunca, por ser da ordem da pulsão oral.
Mas , de que ordem é a Pulsão?
Segundo informações fidedignas," Os Tres Ensaios sobre a Sexualidade"de Freud, foi um dos textos mais mexidos na época.
Desde então ficou claro que a sexualidade é uma organização do sujeito dirigida ao outro.
Em 1905, Freud já tinha escrito "A Interpretação do Sonho".
Nesse contexto Freud, vai afirmar que a sexualidade humana não é natural e sim, perversa e polimorfa. Ela não tem fim reprodutivo, o objetivo é a satisfação. Não tem objeto fixo.
O ser humano tem algo que não é instinto, é pulsão que busca satisfação o tempo todo.
Exige satisfação permanente!
No texto sobre As Histéricas, percebe-se que as mesmas não foram seduzidas, e que embora a narrativa delas fossem verdadeiras, o fato em si, não era.
Aqui acontece algo de muito importante entre o analista e seu analisando, o analista deve crer no que seu analisando lhe relata, ate porquê, o analista tem um outro papel, que não é de detetive pra tentar descobrir se o que o sujeito traz é verdadeiro ou não.
A questão é bem outra, caso contrário não há como fazer o manejo necessário para tentar dar conta das demandas do analisando.
O que nos leva a uma outra questão: O que quer uma mulher? Seria o gozo fálico? Freud aponta que sim!
O sujeito não se identifica com o próprio corpo, o corpo não tem roteiro.
O casamento perfeito é o casamento do sujeito com seu próprio corpo.
Freud, vai falar que o sintoma é uma satisfação da ordem do sexual , é como se fosse uma saída possível ao sujeito, no que diz respeito ao seu corpo.
As fases do ser humano se dão pelas suas culturas, a fase oral por exemplo, termina através do desmame, ou seja; separação entre a boca e o seio. porém a vontade de satisfação não pára nunca, por ser da ordem da pulsão oral.
Mas , de que ordem é a Pulsão?
domingo, 12 de março de 2017
Uma nota
sobre o Enquadre, do ponto de vista Winnicottiano:
A “prova do estrangeiro”, o embarque rumo ao desconhecido em
que consiste a psicanálise – não vamos á psicanálise para “dizer tudo” , ou
aquilo “que não queremos dizer”, mas para dizer o que não sabemos... – é uma
aventura possível apenas se tivermos a certeza de conservar ao menos um pé em
terra firme.
O movimento é algo relativo que só ganha sentido em função de um
ponto fixo. Mesmo número de sessões, mesma duração da sessão, mesmas condições
de luz, de calor, mesmo custo, mesma atitude do analista, quer o tenhamos adulado ou insultado...a
alteridade do inconsciente se exprime sobre um fundo de constância e de
identidade, a do “enquadre”. A palavra não é muito feliz, possui ângulos retos
demais, confundindo identidade e rigidez. Mesmo que esta última possa ser
bem-vinda quando a terra treme, ela não pode se tornar um fim em si.
O inglês
setting, e sua derivação “site” (Fédida), dizem a mesma coisa com mais
maleabilidade. O “enquadre” não se limita a alguns dados contratuais (tempo,
dinheiro), mas traça fronteira de um dispositivo. Que essa fronteira, o espaço
que ela desenha, seja uma condição de possibilidade para o desenvolvimento da análise
não significa que saibamos exatamente por onde ela passa. Luís – que não
suporta ver no varal duas meias desemparelhadas, penduradas lado a lado – notou que na estante
havia um livro com a lombada de cabeça para baixo. “Fazem isso de propósito para
irritar os pacientes?” Cada um interpreta o enquadre segundo suas próprias
medidas, a de seu fantasma ou de sua angústia.
O setting se forja à imagem do eu, abraça a sua forma, ambos são seres de
fronteira. Quando esta está nitidamente traçada, quando o eu está inseguro
quanto à sua unidade, o enquadre passa despercebido, como as fundações de um
edifício bem construído. Mas, se a fronteira (borderline) é incerta,
conflituosa ou pisoteada, o enquadre, seja ele sacralizado ou, ao contrário,
atacado e ameaçado de destruição, torna-se ele próprio o objeto, no lugar da
análise. Para Helena, que não dispunha, no interior de si mesma, dessa
continuidade de ser em que se assenta uma identidade, o primeiro evento da cura
foi perceber, para sua grande surpresa, que ela não teria que marcar outra
sessão depois da vacância de verão. Seria no mesmo dia da semana, na mesma hora
do dia. Em um pano de fundo de desamparo, o analista pode ter a oferecer a seu
paciente apenas sua pontualidade. (Winnicott)
Comentem estou aguardando !
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| Agradecimento as mulheres de minha vida! Uma frase para defini-las: "Vocês nunca mais serão as mesmas, após conhecê-las!" |
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